E você? É Vaso ou Penico?

A Moral Líquida, do Filósofo Brasileiro Clóvis de Barros Filho:

A evolução do trabalho x Tecnologia!

Você acha que a tecnologia está acabando com seu posto de trabalho? Vamos ver como é isso …

O que vemos é que a tecnologia está transformando nossas vidas, nosso modo de pensar e de agir.

Quando pensamos em robô, logo vem em nosso cérebro imagens de naves voando, trajes metalizados, máquinas complicadas, filmes futuristas… Mas a verdadeira Inteligência Artificial (AI) está aqui e agora, chegando aos poucos na nossa vida e no nosso trabalho, quer queiramos ou não. Então… melhor fazer o que os humanos estão acostumados com a evolução desde sempre, nos adaptarmos à ela.

Desde a Revolução Industrial, ao longo dos anos vemos a automação tomar conta de empregos, mas sempre existem substituições, deslocamentos e mudanças… e claro estas geram medo. E o emprego não acabou por causa disso. Há que se atualizar, mudar de perspectivas, caminhar junto com a tecnologia e não contra ela, o que seria como “remar contra a maré”.

A tecnologia, junto com a mudança, melhora a qualidade de vida, cria novos mercados e novas oportunidades. Vejam o exemplo dos smartphones que criaram um grande mercado de trabalho.

Com isso podemos nos deslocar e nos concentrar mais em tarefas de cognição, mais complicadas. Com isso melhoramos a produtividade e a economia. É um caminho sem volta. Alguns mais otimistas até declaram que a tecnologia vai gerar um aumento de empregos. Quem sabe?

Mas sabemos que tudo isso tem um preço: a adaptação!

Estamos caminhando para um novo e promissor futuro, estamos entrando em uma nova era, de coexistência entre humanos e máquinas. A tecnologia 4.0 está batendo à porta e já se fala em 4ª Revolução Industrial.

Precisamos mesmo e urgentemente, é ter força para nos reinventar!

Uma citação:

“Uma máquina consegue fazer o trabalho de 50 homens ordinários. Nenhuma máquina consegue fazer o trabalho de um homem extraordinário”. Elbert Hubbard – escritor.

 

Nós estamos nos preparando e você? também quer ir nessa corrente? Fale conosco!

 

 

A evolução da tipografia

As palavras tem poder e a tipografia é a voz delas!

Na verdade, a tipografia é como “ouvimos” o que lemos. Elas identificam uma marca, uma empresa, uma imagem, um design.

 

Origens…

A escrita remonta às pinturas rupestres. Usadas por civilizações antigas do mundo para representar ideias, essas imagens evoluíram para alfabetos e escrita fonográfica, o que levou ao desenvolvimento de vários sistemas tipográficos.

Pinturas rupestres antigas que datam de 20.000 a.C. talvez sejam a primeira comunicação escrita registrada. À medida que as civilizações avançavam, crescia a necessidade de comunicar conceitos complexos – daí o desenvolvimento dos hieróglifos egípcios. Por 3100 a.C., os egípcios começaram a incorporar símbolos ou ideogramas em sua arte, arquitetura e escritos. Além disso, por volta de 1600 aC Os fenícios desenvolveram fonogramas, ou símbolos usados ​​para representar palavras faladas. (como hoje em dia %, #, etc.)

Os fenícios são creditados com a criação do primeiro alfabeto e por volta de 1000 a.C. – o mesmo alfabeto foi usado pelos gregos. De fato, a palavra Alfabeto é uma combinação das duas primeiras letras gregas, Alfa e Beta, e tipografia (do gregos typos — “forma” — e graphein — “escrita”.

Os romanos, depois de vários anos, usaram este alfabeto grego e, com base no mesmo, denominaram o Alfabeto Maiúsculo, que ainda é usado hoje. Eles também refinaram a arte da caligrafia e criaram vários estilos diferentes de letras.

A Idade Média era toda sobre manuscritos escritos à mão e bem ilustrados. Isso levou à evolução de uma ampla gama de estilos de escrita. A arte da caligrafia, juntamente com o layout da página e letras forjadas novo terreno, e formavam a elite culta da época.

Como todos nós aprendemos na aula de história, o desenvolvimento do tipo móvel e da prensa no século 15 por Johannes Gutenberg foi um ponto de virada para o mundo moderno – e, claro, a tipografia moderna.

Pela Revolução Industrial, a tipografia foi usada para a comunicação com as massas. Por meio de cartazes, jornais, periódicos e anúncios, os tipos de letra tornaram-se maiores e mais atraentes, com letras e sombreamentos mais ousados ​​- além de serifs com serifa e sem serifas experimentais. Tipografia ornamental foi outro grande destaque nesta época. Em 1800, a arte medieval e a arte individual artesanal tornaram-se comuns e os estilos artísticos internacionais se desenvolveram consideravelmente.

A tipografia contemporânea.

Mudando para o presente, os designers gráficos têm hoje o luxo de ferramentas e tecnologias infinitas para criar uma ampla gama de estilos tipográficos e até mesmo famílias inteiras e tipos de fontes.

Multiplicaram-se as famílias tipográficas, que reúnem variações de um determinado desenho. A família mais usual reúne os estilos regular, negrito, itálico e negrito itálico. Existem, porém, famílias como diversas variantes intermediárias, com diversas opções de peso (leve, médio, regular, semi-negrito, negrito, extra-negrito, pesado etc.) e de forma (comprimido, condensado, normal, estendido, alargado etc.).

E assim vão aumentando a clareza e a legibilidade, e melhorando o design e a mensagem a ser passada.

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Funil de Vendas , você sabe o que é?

O Funil de Vendas (Pipeline) também pode ser chamado de Funil de Marketing, e ele mostra a trajetória do cliente desde que ele foi atraído por sua empresa até o fechamento da venda. Ele é baseado no conceito de AIDA (Atenção, Interesse, Desejo e Ação), proposta por William W. Townsend em 1924.

O Funil de Vendas ou Pipeline faz parte então do Inbound Marketing , o chamado Marketing de atração, tão evidenciado nos dias atuais.

Etapas do Funil de Vendas:

-Escolher o público-alvo;
-Apresentar o produto;
-Tirar as dúvidas do cliente;
-Fechar o negócio.

Uma das principais ações que se vê no Funil de Vendas é como gerar tráfego, e para isso podemos utilizar vários métodos, como:

-mídias sociais;
-e-mail-marketing;
-alavancar blog;
-alavancar website;
-podcasts:
-vídeos:
-SEO.

Lembrando que esses métodos podem ser orgânicos (naturais) ou pagos (CPC- Custo por Click).

Outra parte importante nesse processo é a qualificação dos contatos. Para isso deverá ser observado o perfil e o histórico do cliente coletado através dos Lead (quem tem interesse no seu produto). Esse contato pode ter sido via formulário (landing page), pesquisas em mídias sociais ou contatos sociais, por exemplo. Essa etapa aprimora o contato com o cliente já antevendo suas necessidades. Você deve saber por exemplo, onde ele compra, como ele compra, o que ele compra, quanto ele está disposto a gastar, etc.

Mas claro, nada no Marketing é estático, deve sempre haver flexibilidade e você pode adaptar o funil para o seu negócio. Ele pode ser adequado à realidade do mercado, adicionando etapas, como contato inicial, interação, intenção, pós-venda… Desde que as etapas passem pela percepção da necessidade, pela busca da solução e pelo fechamento da venda.

Quais as vantagens do Funil de Vendas?

-personalização nos contatos;
-visualização do processo;
-acompanhamento do processo;
-eficiência;
-retorno em vendas;
-controle das vendas;
-melhor taxa de conversão.

Enfim, o Funil de Vendas, busca facilitar o contato com o cliente através de etapas definidas, claras e estruturadas, de forma eficiente e intuitiva, transformando o lead inicial em um cliente leal. Sendo assim, as prospecções devem virar leads, os leads negociação e estes por fim, gerar vendas.

Quer melhorar sua taxa de conversão? Fale com conosco!

 

 

 

Já ouviu falar sobre IoT? Saiba o que é!

A Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things, IoT) , é uma rede de objetos físicos, que possuem sensores inteligentes, softwares, e ainda conexão com rede, capaz de coletar e transmitir dados. E tem recebido bastante atenção em diversas áreas, o que tende a aumentar muito nos próximos anos. Ou seja, trata-se de um conceito onde a internet se liga a coisas físicas.

Qual a origem da IoT?

O conceito surgiu fruto do trabalho desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Auto-ID Laboratory, recorrendo ao uso do Identificação por radiofrequência (RFID) e Wireless Sensor Networks. E o objetivo foi criar um sistema global de registro de bens usando um sistema de numeração único chamado Electronic Product Code.

Cada aparelho eletrônico consegue ter sua identificação (que é feita por rádio frequência ‘RFID’), que é guardada em um banco de dados.

Assim, quando esse aparelho se conectar a uma rede, como a internet, que consiga se conectar ao banco de dados, essa rede consegue identificar cada aparelho que esteja registrado no banco de dados.

Com os aparelhos identificados por RFID interligados a um banco de dados, e todos eles com conectividade a rede (internet), isso faz com que a IoT seja possível.

O primeiro dispositivo IoT foi desenvolvido por Simon Hackett e John Romkey após um desafio imposto por Dan Lynch, presidente da Interop na época, no qual se eles conseguissem desenvolver uma torradeira que fosse ligada pela internet, o aparelho seria colocado em exposição durante a conferência de INTEROP 1990. Motivado pelo desafio Simon Hackett e Johm Romkey conseguiram desenvolver a torradeira conectada a um computador com rede TCP / IP, vindo a ser um grande sucesso na conferência.

Onde eu uso IoT?

O uso da IoT é ilimitado, chegando hoje a bilhões de objetos conectados, que vão desde relógios, eletrodomésticos, tênis e até veículos. E ainda é o que torna as cidades inteligentes (como por exemplo seu uso nos semáforos, sistemas de energia, sistemas de transporte, etc.), passando por muita versatilidade, usabilidade e escalabilidade.

E essa conectividade serve para deixar os objetos bem mais inteligentes e também interagindo bem mais com os seres humanos.

A Internet das Coisas ou simplesmente IoT é uma mola propulsora da inovação no campo tecnológico.

E claro, aproveitem esse mar de oportunidades que vem por aí!

Você pode ver nesse vídeo um bom conceito da IoT:

Quer fazer a tecnologia trabalhar por você? Fale com a gente!